Como a proteção é feita
Curto e sem frases prontas: o que exatamente protege a conta, onde fica o dinheiro e o que não prometemos.
Entrada sem senha
A entrada passa por Telegram ou Google. A conta não tem senha que possa ser perdida ou adivinhada. A assinatura da resposta é verificada peloo servidor, e não o navegador: tudo o que chegou ao aparelho pode ter sido forjado por qualquer um.
Ambos os métodos podem ser ligados a uma mesma conta — é uma conta com um saldo. Não dá para desvincular o último método de entrada: caso contrário a pessoa perde o acesso ao próprio dinheiro, e não haveria com o que recuperá-lo.
Código de acesso
Quatro dígitos ao abrir o aplicativo — para o caso de o telefone ficar desbloqueado em mãos alheias. É definido e removido nos ajustes.
Onde está o dinheiro
A maior parte das criptomoedas fica em carteiras sem conexão permanente à rede. A troca com o servidor vai por TLS; a sessão é limitada no tempo e revogada ao sair.
O que não prometemos
Proteção absoluta não existe, e prometê-la seria desonesto. Uma transferência na cadeia de blocos é irreversível: o que foi enviado a um endereço errado ninguém devolve. Se ainda assim houver um vazamento, avisaremos os afetados e a autoridade de controle em 72 horas a partir do momento em que soubermos.
O que depende de você
- Proteger as contas de Telegram e Google: quem tiver acesso a elas terá acesso também à conta.
- Verificação do endereço e da rede antes de confirmar a transferência.
- Um segundo método de entrada vinculado — para não ficar do lado de fora.
O que fazemos com seus dados — napolítica de privacidade.